pegando numa citação d'Os Borgia - "perhaps your words offend me".
foi a Lucrezia, algures no final do século XV. e o que tem isto a ver com hoje? no fundo, nada. apenas só se me decidir a divagar pelo lugar que as palavras e que o silêncio têm nos dias de hoje.
observem-se os protestos dos 'indignados'; observem-se as fantásticas declarações do nosso chefe; observem-se os discursos; observem-se até as tardes de domingo passadas em ternas e exaustivas análises sobre a noite anterior.
o que não falta é malta a opinar - antes ou depois do acto em si. há quem se atreva até durante. mas isso são outras histórias.
e o que tem isto a ver? nada.
mas não seria de todo pior que os seres humanos de hoje atendessem mais às palavras da bela e inocente Lucrezia. sim as palavras muitas vezes ofendem - não pelo que encerram, mas muitas vezes porque são palavras a mais.
nós falamos de mais. eu estou a escrever de mais.
e por isso mesmo, vou até ali ao silêncio.
porque o cornetas não mora aqui.
é o que se descobre, pensa e refunda ao virar da esquina. ou então não é nada de mais.
domingo, 22 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
o cornetas não mora aqui. é uma espécie de devaneio em forma de qualquer coisa... e antes que da terceira linha surjam os indefectíveis do "olha outro sem maiúsculas", sem problema.
porque o mal deste espaço começa precisamente aí: é assim, porque gosto. e me apetece.
até já. o cornetas não mora aqui, por isso vou ali e já volto.
porque o mal deste espaço começa precisamente aí: é assim, porque gosto. e me apetece.
até já. o cornetas não mora aqui, por isso vou ali e já volto.
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